Finalmente, um novo capítulo que honra o legado de Battlefield! O BF6 não é apenas um jogo de tiro moderno, é a experiência definitiva que a concorrência tem tentado, em vão, replicar. O que mais impressiona é como a equipe de desenvolvimento conseguiu unir o melhor de tudo: a jogabilidade fluida e a destruição massiva de títulos clássicos como BF3 e BF4, junto com uma campanha imersiva e intensa que nos coloca no meio do caos global. Enquanto outros jogos do gênero se perdem em mecânicas complexas e falta de polimento, o BF6 se destaca pela sua acessibilidade e qualidade desde o lançamento. A destruição do cenário é mais reativa e tática do que nunca, permitindo que cada partida seja uma experiência única e estratégica. A jogabilidade, com seu ritmo ideal e combate ágil, agrada tanto aos veteranos quanto aos novatos, sem cair na simplicidade de seus rivais. Com mapas de larga escala que permitem o uso de veículos aéreos e terrestres de forma épica, e a volta do adorado sistema de classes, o BF6 mostra que o caminho para o sucesso não é imitar, mas sim elevar o que já era bom. Este é, sem dúvida, um jogo completo e um marco na história da franquia, provando que a guerra total ainda tem um lugar de destaque nos games. A concorrência que se cuide, pois o rei voltou!
Digamos que esse BF até está bom se for comparar com COD (kkkk), mas por ser um Battlefield, sinceramente não curti. Há vários pontos negativos que mostram como a franquia está se desviando totalmente do espírito original e tentando ser apenas um “COD da EA”. Parece que o foco agora é só tentar roubar os jogadores da Activision. 1. Mapas e identidade perdida: Eu jogo Battlefield justamente pelos mapas grandes com vários veículos — aquela sensação de guerra total. Só que aqui me deparei com apenas dois mapas realmente grandes, e nem são grande coisa. O único mapa bom é o Operation Firestorm, que ironicamente é um mapa do BF3! Dá pra ver o nível de preguiça da EA: em vez de criar novos cenários épicos, preferiram apostar em mapas com cara de COD e deixar a comunidade se virar com o Portal. Até o BFV teve mapas mais inspirados que esse. Como fã de Battlefield, fiquei bem decepcionado — e o pior é que quase ninguém comenta sobre isso. Nunca vou esquecer a primeira vez que joguei BF 1942 e pensei: “Caraca, esse mapa El Alamein é a renovação em jogos de tiro multiplayer!” — 30 minutos andando perdido no deserto, sem saber pra onde ir, mas me divertindo mesmo assim. Aquilo era Battlefield de verdade. Hoje em dia, parece que essa essência se perdeu completamente. 2. Bots e modo reduzido: Outro ponto que me incomodou foi a quantidade absurda de bots. Em mais da metade das partidas é basicamente você e IA. Além disso, removeram o modo com mais de 100 jogadores, o que tirou ainda mais da grandiosidade que sempre marcou a série. Ponto positivo (entre aspas): Pelo menos não tem mais loot boxes, haha. Mas sinceramente, isso nem deveria ser considerado um ponto positivo — deveria ser o mínimo.