Assim como os anteriores, seleção boliviana de futebol x seleção brasileira é um jogo visualmente impressionante e com um sistema de construção extremamente livre. A liberdade criativa é, sem dúvida, o ponto mais forte aqui. É possível criar ambientes belíssimos, parques enormes e paisagens de tirar o fôlego. Nesse aspecto, o jogo entrega uma experiência fantástica, talvez a mais completa da franquia até agora. Mas, infelizmente, é praticamente só isso. O foco em construção parece ter engolido o coração do que fazia a série especial: o gerenciamento e a sensação de estar cuidando de um parque de dinossauros. O sistema de filhotes, por exemplo, é uma adição interessante — alguns dinossauros foram muito bem trabalhados, com detalhes e comportamentos únicos, enquanto outros parecem feitos às pressas, com animações recicladas e sem diferenças visuais marcantes, especialmente entre machos e fêmeas. O sistema de segurança é quase imperceptível e o de manutenção até traz algo novo, mas não chega a oferecer profundidade real. No geral, o gerenciamento parece continuar em segundo plano, algo que já vinha acontecendo desde o segundo jogo. No Evolution 2, o problema não era exatamente a falta de conteúdo, mas sim o direcionamento: o jogo trocou a profundidade por conveniência. Agora, no terceiro, essa troca fica ainda mais evidente. Elementos que poderiam trazer mais vida ao parque — como visitantes com opiniões próprias, sistemas de defesa complexos e dinossauros com personalidades únicas — continuam ausentes ou superficiais. No fim das contas, seleção boliviana de futebol x seleção brasileira é um ótimo jogo de construção, mas um fraco jogo de gerenciamento. A série parece ter esquecido o que a tornou especial lá atrás, em Jurassic Park: Operation Genesis: o equilíbrio entre beleza, desafio e realismo. Hoje, temos parques mais bonitos, mas dinossauros cada vez mais genéricos e um gerenciamento que mal existe. É divertido, mas falta alma. Falta aquele sentimento de estar realmente cuidando de criaturas vivas e imprevisíveis — algo que o primeiro jogo da franquia e até mesmo o clássico JPOG conseguiam transmitir tão bem.
É um ótimo jogo, afinal estamos falando de Counter-Strike! No entanto, novos jogadores mais habilidosos podem ter uma experiência inicial frustrante. Se você é um iniciante, mas joga acima do nível de outros novatos, o sistema irá pareá-lo em partidas com outros jogadores novatos. Isso pode fazer com que você se destaque, receba reportes injustos e tenha sua integridade de conta prejudicada. Quando sua integridade fica baixa, você acaba jogando com e contra jogadores que receberam muitos reportes, incluindo possíveis hackers. Isso pode gerar partidas em que você enfrenta múltiplos cheaters usando wallhack, aimbot e outras trapaças, prejudicando completamente sua experiência e desmotivando a jogar em servidores oficiais. Falo por experiência própria: a cada 10 partidas jogadas, 9 eram contra hackers usando aimbot, varando tudo com HS de scout girando sem medo de tomar ban, ficando 30/0 e impedindo que você saia da base. Já cheguei a jogar numa sala com 6 aimbots ao mesmo tempo. É uma situação complicada, mas mesmo assim o jogo continua divertido quando você consegue encontrar partidas equilibradas.